Projeção, não histórico
Suas contas com vencimento, os gastos planejados, as faturas dos cartões e o que você ainda tem a receber entram na mesma conta. O resultado é a sobra prevista: quanto do mês é realmente seu.
Todo app de finanças responde onde seu dinheiro foi. Nenhum responde a pergunta que você realmente faz no meio do mês. O FINN nasceu dessa: ele projeta o que ainda vai entrar e o que ainda vai sair, e te devolve um número só — quanto sobra.
Sem conexão com seu banco. Você digita, e só você vê.
O FINN é um app de finanças pessoais construído em cima de uma única ideia: planilha e extrato bancário olham para trás. Quem precisa decidir se pode gastar hoje está olhando para frente — e é aí que ninguém ajuda.
Suas contas com vencimento, os gastos planejados, as faturas dos cartões e o que você ainda tem a receber entram na mesma conta. O resultado é a sobra prevista: quanto do mês é realmente seu.
O FINN espelha sua realidade financeira, não a controla. Saldo negativo é permitido — ele fica vermelho e explica o porquê. Você decide; o app só garante que você decida sabendo.
O que já mexeu no seu saldo aparece no que aconteceu; o que ainda vai mexer aparece no que falta acontecer. Nunca nos dois. É por isso que a conta do FINN fecha de cabeça.
A conta que o FINN faz por você
Valores ilustrativos. No app, cada linha abre nos itens que a compõem.
Quatro delas alimentam a sobra prevista. A quinta mostra no que ela virou. Nenhuma é enfeite.
O saldo de hoje, tudo que você registrou e a sobra prevista no fim. Toda alteração financeira no FINN vira uma movimentação aqui — é a regra de ouro do app, e o que faz o extrato bater sempre.
Reserva de emergência, investimentos, limite de compras no cartão e a renda livre — em percentuais da sua renda, com sugestões por faixa. É o plano; o Fluxo mostra a realidade em cima dele.
Duas coisas diferentes que os outros apps misturam: a conta que vence num dia (aluguel, streaming, parcela) e o gasto que você estima por mês (combustível, lazer). O FINN separa, porque só uma delas tem data.
Compras do dia a dia, contas fixas no crédito e parcelas entram na fatura do cartão certo. Pagar a fatura no FINN marca como pagas as contas que estavam dentro dela — sem você tocar em duas telas.
As outras quatro telas cuidam do mês. Esta cuida do que ficou dos meses anteriores: quanto você já juntou, quanto disso é reserva de emergência e quanto é investimento — e se o aporte deste mês já saiu do papel.
O FINN funciona com o que você digita — e nada além disso. Não há integração bancária, não há venda de dados, e sair leva um toque.
Tudo que sai do seu celular viaja por HTTPS/TLS até o Firestore, em servidores no Brasil. As regras do banco garantem que só a sua conta lê os seus dados.
O FINN não usa Open Finance e não pede senha de banco. Ele não tem acesso à sua conta — o saldo é o que você informa.
O olhinho no topo mascara todos os valores do app de uma vez, sem esconder a estrutura. E existe trava por biometria na abertura.
Direto no Perfil, sem e-mail nem formulário. Apaga o seu cadastro, todos os meses e o histórico de patrimônio — de uma vez e para sempre.
Tudo isso está escrito por extenso na Política de Privacidade.
O FINN está a caminho da Google Play. Quando sair, é ele que responde a pergunta — todo dia, antes de você precisar perguntar.